terça-feira, 28 de março de 2017

De como chapéus há muitos.




Como povo, temos um problema com chapéus.

Se não acreditam, a #passageirafrequente leva-os numa viagem de metro, em dia de chuva, para verem como o tuga usa o chapéu-da-dita: quando molhado, fica afastado dez centímetros do corpo, entrando, desta maneira, oito centímetros no espaço aéreo do outro passageiro; seco, vai agarrá-lo na horizontal, braço pendurado para baixo, com a ponteira de ferro apontada ao olho/barriga/menisco do incauto que segue a peugada do portador da arma... branca.

Do mesmo modo o chapéu-de sol se torna uma arma de destruição em massa, nas praias e albufeiras, mesmo em dias de ligeira brisa. O tuga não gosta de esburacar o areal, para isso já basta o presidente da junta!, então é vê-los encostar o chapéu da Nestlé à areia e pôr, pelo-sim-pelo-não, a lancheira por cima do varão que era suposto estar atascado até à Nova Zelândia. Então a maré muda, o vento vira e lá andam as sombrinhas a esvoaçar, direitas aos costados dos banhistas.


Digam lá que nunca vos aconteceu? Poizé...




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